| Paulo Henrique's profileGancheira RemovívelPhotosBlogLists | Help |
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Gancheira RemovívelBikes & (a) partes June 29 BigornandoO final de semana de pedal foi light, rodei pouco para meus padrões. Sabadão, ia ajudar o pessoal da Go Biking a conduzir um grupo lá na trilha das Três Pedras (já descrita aqui), mas o passeio miou e acabei ficando em casa pra resolver umas coisas. Por isso, acabei andando apenas no domingo. Isso não quer dizer, no entando que foi fácil. Acabamos indo para Piracaia, curtir as pirambas da Bigorna ao contrário. E que pirambas! A trilha é curta (30 e poucos kms) mas bastante intensa. Éramos eu, Jorjão, Oswaldo, os irmãos Lima, Carol, Carioca, Denis e Renato, uns desgarrados do Papatrilhas que anda meio devagar ultimamente. Foi muito bom e todos gostaram bastante dos desafios impostos pela trilha. E não foram poucos. Além da força, tivemos que lutar muito contra a lama. Havia muito não pedalava com tanto barro. É até gostoso, mas dificulta pra caramba pra subir e fica tudo muito liso pra descer. Mas deu tudo certo felizmente. Apenas a Carol tomou um chão (tudo bem que levou o Renato também), mas sem maiores consequências. No mais, muita diversão. Dois fatos marcaram a trilha. Um cachorro que nos seguiu o caminho quase inteiro até os carros e ainda saiu correndo atrás quando viemos embora (aliás, não é o primeiro que faz isso. É legal, mas os bichinhos sofrem pra correr junto e normalmente ficam sozinhos depois que vamos embora) e o fato de que pode ter sido minha última trilha montando uma Cannondale. Estou montando uma Banshee que deve estar pronta para o próximo final de semana. Em breve, postarei fotos aqui da minha nova magrela. Aliás, já estou vendendo as C-dales. Liminha, olha aí a sua chance de adquirir uma bike de verdade! Vamos ver o que vem pela frente. PH June 23 Alive and kickingOlá leitores!
Não, não abandonei vocês dois ao "deus dará". Acontece que em alguns momentos temos que priorizar algumas coisa e o trabalho tem consumido bastante o meu tempo. Claro que nos intervalos tenho pedalado também. Afinal, são as magrelas que me ajudam a manter a sanidade. Por isso, tome pedal, só não tenho relatado aqui.
Preciso comentar sobre três últimos pedais que fiz. O primeiro foi em Piracaia, no Cabrito, para onde levei algumas pessoas do pedal do Vila e outros agregados. Não preciso dizer que todo mundo camelou muito, mas que o resultado agradou a todos. Não é à toa que esta trilha está na minha lista de preferidas. É realmente muito legal de fazer. O que ficou marcado nesse pedal foi o comentário de uma dos participantes que disse em alto e bom som, e totalmente espontâneo, que a Schwin Moab do Lima é uma boa bike. Claro que agente achou que o cara é doido, mas o Lima ganhou o dia com essa declaração (Pronto Lima, falei.)
O segundo foi um passeio organizado por um dos inúmeros grupos que rodam por aí. Eu não ia, mas vários amigos se inscreveram, me chamaram e acabei topando. Foi de Rio Grande da Serra, perto de Mauá, até Bertioga, no litoral, descendo a Serra do Mar. Foi legal pelo desafio, pois foram 102 km de pedal. Mas na verdade, tirando a companhia das pessoas, não curti muito. Primeiro e mais importante, pois tinha muito asfalto. E a parte de terra não apresentou nenhum desafio. Segundo não tinha muito visual, pois o percurso, tirando a descida da serra, foi quase todo plano. Terceiro, os caras se perderam e pedalei 15 km à toa. E por fim, para voltar de Bertioga, uma tremenda confusão no ônibus que arranjaram. Não havia espaço para todo mundo, muita discussão, aperto, preocupação com as bikes no bagageiro, enfim, faltou organização. Mas, valeu.
O último, foi agora no final de semana passado. Fui pra SJ dos Campos. Na verdade, quase São Francisco Xavier. Foi bem legal, apesar de ser só estradinha e daquelas cascalhadas e poeirentas. O lugar é bem bonito e subimos bastante, o que compensou a "viagem" pra chegar lá. Fomos guiados por dois locais que conhecemos em outra trilha que fizemos por lá. Gostei bastante pelo visual super bonito do alto dos morros e pelas descidas nervosas na volta. Pena mesmo que estava com a bike B. Como só a uso no asfalto, tem outra configuração de peças e os pneus são bem mais finos, o que não inspira tanta confiança assim nas descidas. Mesmo assim, show de bola.
Bem, acho que é isso. Tenho fotos de todas elas, mas não vou conseguir colocá-las agora. Depois atualizo esta parte também. Não desanimem. Pode demorar um pouco, mas estou por aqui.
PH May 25 FuscãoMais um final de semana de pauleira ciclística.
No sábado até que não foi tanto assim. Fomos pra Jacareí de novo. Não, não foi a trilha do Zelito que ainda está engasgada. Até que os primeiros 15 km foram iguais (aliás, descobrimos que a Elaine caiu de graça, pois o caminho que fizemos da outra vez estava muito errado.) mas depois vira um pedal diferente. Esse que fizemos foi de 60 km, mas em uma trilha quase toda plana, apenas com alguns aclives médios. Nem é meu estilo de trilha preferido, mas acabou sendo divertido.
Além de um visual muito bonito, apesar de não ter vista do alto, rolou ainda um single pra lá de bacana e, claro, a boa companhia dos amigos. Fui com alguns integrantes do grupo do Vila, aqueles que não se entusiasmaram com o pedal coxinha do Olavo que também rolou no sábado. Só posso dizer que gostei. Valeu pessoal!
Domingão, aí sim o bicho pegou. Fui com o Oswaldo, Jorjão, Oscar e a Carol fazer a famosa Fuscão com o Pau do Jacaré. Já falei dela aqui também. É uma das trilhas mais pesadas que conheço. Começa no Vale Encantado, velho conhecido dos pedalantes, vai até Mairiporã e volta pro Vale. Não é longa (30 e poucos km) mas é muito, muito intensa.
Especialmente na volta, quando encaramos quatro subidas seguidas, todas bem fortes. Em especial, a segunda, a do Fuscão. Dois longos kms morro acima, com alguns trechos bem inclinados. Apesar do esforço (já falei que é muito esforço?) já evoluí bastante desde a primeira vez que estive lá e hoje já posso me orgulhar de dizer que os subo inteiros pedalando.
Na ida ainda temos o single do Pau do Jacaré. Já foi melhor, pois hoje está muito erodido e em vários trechos só descendo da bike, mas mesmo assim ainda com um grau de diversão bem alto.
Enfim, melhor mesmo só se a Mega Sena tivesse saído também.
Vamos ver o que rola semana que vem.
PH May 18 Bi-PiracaiaDeu tudo errado, mas deu tudo certo.
Sabadão eu iria com o Oswaldo, Jorjão, Lima e cia pra Piracaia. Mas na última hora eles mudaram pra domingo e fiquei na mão.
Sexta à noite acabou rolando uma "trilha tampão" com algumas pessoas do grupo do Vila. Não haveria pedal oficial do grupo e a idéia inicial era fazer Indaiatuba ou coisa parecida. Acabamos, no entanto, indo pra Piracaia e as seis caras felizes no final do passeio confirmaram que fizemos a escolha certa em encarar um pedal menos coxinha. Costurei uns trechos de outros pedais que conheço por lá (aliás, taí um bom nome para a trilha que fizemos: Costura) e foi tudo de bom: subidas com lama, descidas rápidas, paisagens bonitas, singlezinho no final.
No total, 37 km que valeram muito a pena e que nem mais um atraso da Carol e o cabo de câmbio arrebentado do Highlander, conseguiram estragar. Mais ainda pois estreiei o chuveiro que o tiozinho que toma conta do banheiro público lá da praça instalou pra gente. Já havia um tempo que ele estava prometendo e finalmente rolou. Como estava frio, foi muito legal poder tomar um banhão quentinho antes de voltar pra casa. Sensacional!
Domingão, eu iria com os Papatrilhas pra Guararema. Porém, com a mudança da trilha de sábado e como eu já estava comprometido em dar carona, voltei pra Piracaia. Desta vez, fomos apresentar a trilha do Pião pro Oscar. Não preciso descrevê-la de novo, certo? Ela é a número um da minha lista e nem mesmo a distância (seu começo fica uns 10 km depois da cidade) estraga o prazer de fazer de novo aquelas pirambas, singles e, principalmente, apreciar os visuais mais bonitos da região. Realmente, é uma trilha muito especial. Tanto que toda vez que vamos lá voltamos com uma história nova pra contar.
Dessa vez, o personagem foi o Ricardo, irmão do Lima. Ele tem uma Caloi Aluminun mais antiga, um Frankstein na verdade, mix de peças originais e de algumas usadas doadas pelo irmão. Ele pedala bem, mas a bike é um ferro velho ambulante. Nunca tinha quebrado, é fato, mas como ele faz menos manutenção que o Lima (se é que isso é possível), tava na cara que era questão de tempo até aquele trambolho abrir o bico. E no domingo abriu legal!
Numa valeta, já voltando, a roda bateu errado e ele simplesmente, quebrou a gancheira, o cambio traseiro e zoou ainda mais o cubo e a roda, que já estavam pra lá de detonados. Ainda tentamos deixar a corrente numa marcha só pra ele conseguir chegar, mas não teve jeito: ele praticamente empurrou os últimos 8 km até o carro. E ainda teve sorte, pois se tivesse quebrado antes da subida do Índio, ele estaria lá até agora.
Espero que ele tenha aprendido a lição. Pra andar no Ibirapuera realmente ninguém precisa de uma bike cheia de tecnologia e modernidades, mas pra fazer o que agente faz todo final de semana, ficar miguelando no equipamento é a economia mais burra que se pode fazer. Até porque temos que pensar na segurança também. Já pensou se essa tralha tivesse quebrado numa das inúmeras pirambas rapidíssimas que existem nessa trilha?
Alô, alô Ricardo, não vai na onda do seu irmão não! Abre o bolso e compre uma bike decente. Tenho uma parada em casa. Se quiser fazer negócio, podemos conversar.
Vamos ver o que rola na próxima.
PH
P.S.: Pra quem gosta, embaixo a altimetria da trilha.
May 11 Ufa, voltei!Depois de mais uma semana totalmente dedicada ao trabalho, finalmente consegui um tempinho pra atualizar o Gancheira. A principal novidade é que este ano, no 1º de maio, terminei a trilha sem nenhum contratempo. Considerando que no ano passado eu levei o maior chão lá em Joaquim Egídio, foi bom pra espantar a urucubaca.
Fui com o Oswaldo, Cabeça e cia para Jarinu. Fui apresentar a eles a trilha que fiz com o pessoal do Vila na Páscoa. Aquela, que tem uma descida rapidíssima, com uma curva em cotovelo no final (veja aí nos posts recentes). Mais uma vez, alucinante! Ainda mais agora que eu já conhecia o trecho. Sensacional. Pena mesmo que o Jorjão e o Lima não apareceram. O primeiro por estar viajando e o segundo ninguém sabe. Lima, cadê você veadinho?
No sábado, ainda no feriadão, saí de novo com o pessoal do Vila. Dessa vez fomos pra Jacareí, curtir uma trilha nova que o Zelito descobriu por lá. Prometia bastante: 50 km, subidas fortes, singles, tudo de bom. Prometia, pois com 10 km, uma das garotas caiu em uma descida, se ralou toda, ficou um tempinho desacordada e foi um perereco pra gente conseguir um resgate que fosse buscá-la no meio da trilha pra levá-la para o hospital mais próximo.
Nessa, claro que o pedal dançou e todo mundo voltou dali mesmo. Uma pena, mas faz parte. Como já disse aqui outras vezes, o que fazemos é perigoso. É um risco calculado, mas o chão está sempre à espreita. Só não cai, quem não vai. Felizmente, foi só o susto mesmo e os ralados. Ela está bem e já está se preparando para voltar.
Para aproveitar o resto do final de semana prolongado, fui mais uma vez curtir a virada cultural que rolou na cidade. Infelizmente, este ano não foi tão bom como ano passado. O problema principal foi uma falha de planejamento que fez coincidir o evento com o fechamento de uma estação do metrô. Com isso, ficou muito muvucado pra chegar lá.
As atrações este ano também não contribuíram muito. Não foram assim tão caprichadas como na versão anterior. Mesmo com tudo isso, novamente foi muito legal poder curtir, a pé, o centro velho da cidade com segurança, apreciando alguns shows oferecidos.
Voltando aos pedais, no último sábado voltei pra Piracaia. O pessoal do Vila ia de novo pra Jacareí, terminar a trilha que não acabou, mas já tinha combinado com os caras e lá fui eu curtir as pirambas locais. E que pirambas! Fizemos o Limão ao contrário, emendando no Panorama. Como sempre sensacional! Muita, muita força pra subir e muita adrenalina pra descer.
Pena que tivemos mais um BO. Depois de descer o Limão, o shock traseiro da bike do Cabeça não agüentou e abriu o bico ou melhor, quebrou o retentor do óleo, que vazou todo. Com isso, ele teve que abortar com apenas 12 km pedalados, pois fazer o percurso inteiro assim poderia comprometer ainda mais a peça.
Mas valeu. Agora a tendência é tudo voltar à normalidade, tanto em termos de trampo quanto de pedais. Vamos ver o que rola. Até a próxima.
PH April 27 Acabou dando certoDepois de mais de 100 e-mails trocados entre quarta e sexta-feira, finalmente o pessoal do Vila decidiu-se por fazer Guararema no sabadão. Eu não conhecia e achei interessante, pois sempre curto conhecer lugares novos, mesmo que não sejam trajetos com as características que mais gosto.
Sendo assim, no horário combinado, lá estava eu na padoca esperando as pessoas chegarem. Para minha surpresa, o quorum foi baixo, considerando o tanto de mensagens que foram trocadas. Esperava casa cheia, mas apenas 12 abnegados apareceram pra rodar as pernas. Até quem definiu (e conhecia) a trilha não compareceu.
Por isso, e como alguns foram direto e já estavam nos esperando na estrada, a solução foi manter o caminho e mudar apenas a trilha. Fomos então para Igaratá. Já falei dela aqui. São 38 km muito bonitos, com um trecho de subida bem bacana e uma descida bem longa e com bastante adrenalina. Foi legal e foi ruim. Legal, pois várias pessoas conheciam apenas o trecho menor, sem a descida, e pude apresentar-lhes a parte mais divertida. Ruim, pois constatamos que asfaltaram um grande trecho inicial da trilha.
Ok, ok, entendo a necessidade dos moradores, mas pra gente que só vai lá pra pedalar de vez em quando, ver que estão cobrindo tudo de petróleo prensado é muito triste. Enfim, de qualquer maneira os presentes curtiram e foi um pedal bem bacana como sempre.
Domingão, depois de um tempo sem sair, os Papatrilhas deram o ar da graça. De novo foi bom e ruim. Bom, pois sempre é legal rever os amigos. Ruim, pois constatei na prática o que já tinha sentido (e ouvido em algumas conversas aqui e ali): aparentemente as rusgas que rolaram no carnaval ainda não foram sanadas e tá um clima meio estranho no grupo.
Independentemente disso o pedal foi pra lá de bacana. A trilha dessa vez saía de Bom Jesus dos Perdões (local de péssima recordação. Pra quem não sabe foi onde caí e quebrei a clavícula), ia até Piracaia e voltava. No total foram 44 km. O bacana é que com exceção de um trechinho inicial, eu conhecia quase todo o percurso, só que do lado Piracaiano. Por isso, depois que me achei, deixamos a planilha e o GPS de lado e pedalamos muito mais à vontade.
Outra coisa que gostei bastante foi que o trecho que eu não conhecia ampliou as possibilidades de trajeto da Motinha, trilha super conhecida do Gancheira, mas que sempre considerei curta. Agora, na próxima vez que for lá vai ficar legal, pois dá pra aumentar bem a quilometragem e a diversão da trilha.
Agora, vem aí o 1º de maio. Dessa vez não houve democracia e as trilhas já estão definidas. Vamos ver o que acontece. Aguarde.
PH April 22 Intensidade X diversãoNão pedalei tanto no feriado de Tiradentes como fiz na Páscoa, mas nem por isso me diverti menos. Pelo contrário. No sábado acabei não pedalando. O pessoal do Vila foi pra Indaiatuba, mas como tinha umas coisas pra fazer acabei ficando.
Aproveitei pra ir ao cinema, assistir Gran Torino, do Clint Eastwood. Não é o melhor filme dele, mas é muito legal o nível de contador de histórias que ele atingiu. O cara é muito bom e a cada filme dá uma verdadeira aula de cinema: um roteiro amarradinho, atores bem dirigidos, temáticas interessantes e, neste caso, humor graças à sua interpretação muito bacana de um velhote ranzinza e reacionário. Se você gosta de um filme bem feito, na dose e no tempo certo, taí a dica.
Mas voltando ao que interessa, no domingão lá fomos nós aproveitar o belo dia de sol. Apresentei Extrema-Joanópolis pro pessoal do Vila. Era pro Jorjão, Oswaldo e cia. terem ido também, mas por questões de horário, acabaram indo pra Piracaia. Neste caso, fizeram a escolha certa. Embora tenhamos começado a pedalar cedo, realmente a trilha é muito exigente e com as paradas, levamos quase seis horas pra completar percurso, terminando já bem no final do dia.
O que dizer deste pedal?Bom, já falei algumas vezes sobre ele aqui no Gancheira. São mais ou menos 40 km de muita subida, na verdade 1500 m de ascensão total, muita paisagem bonita, descidas longas, nervosas e divertidas, independentemente da opinião da Michele, e muito, muito esforço pra ir e voltar. Sem dúvida, um dos melhores que conheço.
E o pessoal do Vila aprovou também. Estava meio preocupado, pois foge bem daquilo que estão habituados a fazer, mas todo mundo, apesar do cansaço, curtiu pra caramba. E, mais que qualquer coisa, é isso que importa: o barato por ter vencido mais um desafio, mesmo com o corpo todo dolorido no final. Valeu gente!
Na segunda, trabalhei normalmente, apesar das pernas apitando o dia todo.
Por isso, pra fechar o feriado, ontem fizemos uma coisa bem mais leve. Levei-os para outra trilha inédita para o grupo: a do Campo Largo. Estive lá recentemente com o Papatrilhas. Não posso dizer que está na minha lista de preferidas, mas pra quem quer girar bem as pernas, sem ter que dirigir para muito longe, é a trilha ideal, pois fica logo ali depois de Mairiporã.
Resultado? Mais rostos felizes no final e promessas de novas trilhas em breve. Vamos ver o que vem pela frente. Confira algumas imagens aí do lado.
PH
P.S.: Como sempre, o jumentinho lá da pracinha do Campo Largo foi a alegria da parada. Mais algumas fotos dele pra coleção. April 15 Coelhinhos atropeladosCalma, calma, não matei nenhum bichinho. Os coelhinhos aí do título são apenas uma referência à Páscoa que passou e na qual pude me esbaldar de fazer aquilo que mais gosto: pedalar. Como eu estava viajando direto nas duas últimas semanas, você pode ter uma idéia do meu desespero para girar as pernas. Era tanto que eu até exagerei.
Na quinta, fui fazer o Corujão do Prê. Foram 60 km, ritmo tranqüilo como sempre, numa noite bem agradável. O problema é que 60 km são sempre 60 km, e o pedal acabou tarde. Até eu chegar em casa, tomar banho, comer e dormir eram quase 3h da manhã. Como o pedal dia seguinte já estava marcado para as 7h, acabei dormindo pouco.
A falta de sono não prejudicou o pedal da sexta, mas que cansou cansou. Isso porque finalmente consegui levar o pessoal do Vila pra Piracaia, pra curtir umas pirambas mais nervosas. E não é que gostaram! Tanto que já estamos prevendo outros pedais no mesmo estilo. E olha que fizemos só a Motinha, que só tem 30 km e apenas dois tops mais agudos. Imagina quando conhecerem outras trilhas lá. Tomara que não seja fogo de palha.
No sábado, mais 40 km de pedal com eles. Dessa vez, fomos pra Jarinu. A idéia era fazer umas variações da trilha na qual o Zelito acertou a cerca de arame farpado. E que variações! Guiados por uns locais que saíram com a gente conhecemos um single com uma descida simplesmente animal! Adrenalina pura, cheia de saltos e com uma curva no final de arrepiar. Muito bom mesmo! Valeu pessoal.
Pra fechar o feriadão ciclístico, domingão todo mundo no Olavo pra descansar as pernas. Porém, isso acabou não acontecendo, pois o percurso escolhido foi longo, e o ritmo, apesar da quantidade grande pessoas, foi bem legal. Considerando que fui e voltei pedalando, foi uma manhã bem puxada, com certeza com mais de 40 km rodados.
Mas valeu! Quem me dera ficar cansado sempre por esse motivo.
Vamos ver agora o que vai acontecer no próximo final de semana, já que lá vem o feriado de 21 de abril. Não vai ser a mesma coisa, pois vou trabalhar na segunda, mas com certeza vai ser intenso. Depois eu conto o que rolou.
PH March 25 CorreriaDesde a semana passada entrei num período bastante corrido no trampo, com muita atividade extra escritório. Por isso, os pedais acabaram ficando para o segundo plano, tanto os de asfalto, à noite, quanto os de terra nos finais de semana. O ritmo deve voltar ao normal apenas depois da Páscoa. Por isso não tenho muitas novidades pra contar. Domingão passado, aproveitando um brecha, acabei indo com os camaradas Jorjão e Oswaldo pra Piracaia. Tinha a opção de voltar pra Itu com os Papatrilhas, mas como havia bastante tempo que não pedalava com os caras, optei por colocar as fofocas em dia e matar a saudade daquelas pirambas. E põe piramba nisso. Apresentamos o Barreiro para o Oscar, um novo amigo pedalante. Ele gostou, nós gostamos e foi tudo de bom, como sempre. Quer saber mais sobre o Barreiro? Procure aí nos arquivos, pois é uma trilha mais que descrita aqui.
Nos vemos de novo quando der.
PH March 19 Bike and rollO ultimo final de semana foi bastante interessante em termos de pedal. No sabado, aconteceu o primeiro passeio organizado pela Go Biking, uma empresa montada pelo Alemao e o German, do Papatrilhas, e a Flavia, proprietaria da loja SportStar, que fica no Jardins. A proposta da Go Biking e realizar passeios de bike. Bom, ate ai morreu o neves, pois existem varias empresas que se propoem a fazer a mesma coisa. A diferenca e que eles querem agregar sofisticacao ao passeios. Nao e luxo, mas uma atividade e/ou caracteristica que torne a viagem exclusiva, charmosa, que complemente a pedalada.
No sabado, por exemplo, eles convidaram um chef espanhol que ficou encarregado de preparar um almojanta especial para os pedalantes. Achei bem legal a proposta, embora o que foi oferecido aos famintos ciclistas nao tenha agradado ao meu paladar simplorio. Mas esse e um problema meu e que em nada desabona a iniciativa. Foi realmente bem bacana.
Para a inauguracao eles escolheram uma micro cicloviagem de Monte Verde (MG) ate a Cachoeira dos Pretos, em Joanopolis (SP). Um passeio de 30 e poucos quilometros, por uma paisagem realmente deslumbrante das montanhas entre as duas cidades. O percurso foi quase todo descendo, com duas subidas pesadas no meio. Apesar disso, foi bem intenso, pois as pirambas para descer eram nervosas com alguns trechos, cheios de pedras soltas, o que torna tudo mais dificil, especialmente para quem era marinheiro de primeira viagem. Mas tirando uma torcao de pe, nao aconteceu nenhum BO.
E o que eu tenho a ver com tudo isso? Bom, eles me convidaram para fazer parte da equipe de guias. Achei bem bacana e topei na hora. Tenho muito interesse em me aproximar cada vez mais desse tipo de atividade (quem sabe um dia eu possa me dedicar full time as magrelas) e o convite foi a chance de experimentar e sentir o drama. Alem disso, me permitiu conhecer uma trilha inedita e bem legal, que pretendo voltar em breve para fazer no meu ritmo.
O mais interessante desta historia toda e que eles negociaram um patrocinio com a Scott e ganharam umas bikes so para essa atividade. Sendo assim, la fui eu pedalar com uma bike zero. Tudo funcionando muito bem, mas era uma rabo duro, de um tamanho maior que o meu, com V-Brake e sem clip nos pedais. Se eu gostei? Claro que sim, mas confesso que deu muita saudade da minha Jekyll. Principalmente nas descidas. Mas ta valendo! A oportunidade participar ja compensou todo o esforco. Obrigado Alemao, German e Flavinha! Estou a disposicao para os proximos. Vida longa a Go Biking!
Alias, se voce se interessou anote ai: www.gobiking.com.br
Domingao eu pedalei de manha nos Olavos e depois me concentrei para o aguadado show do Iron Maiden que rolaria a noite no autodromo de Interlagos. So uma palavra: DUCA! Como sempre os caras mandaram muitissimo bem nos classicos do metal que a gente tanto gosta. E pra'queles que acham que e tudo igual, aviso que ao vivo muda tudo. E sempre uma novidade. Valeu amassar o barro que ficou depois da chuva que caiu antes do show.
Mai-den, Mai-den, Mai-den!
PH
P.S.: perdao pela falta de acentos, mas estou em um computador diferente do tradicional. No proximo post espero que as coisas ja estejam normalizadas. |
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